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INVASÕES DE TERRENOS DA CENTRALIDADE VIDA PACÍFICA E EXPÕEM SILÊNCIO DO MINISTRO CARLOS SANTOS

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A ocupação ilegal de terrenos adjacentes à Centralidade Vida Pacífica está a ganhar proporções alarmantes, sob a liderança de Aniceto, apontado como o principal responsável pelo grupo de invasores que, dia após dia, consolida presença numa área estratégica para o desenvolvimento social do município. O avanço ocorre sem que se observe qualquer ação concreta por parte do Governo Provincial do Icolo e Bengo ou da Administração Municipal do Calumbo, levantando sérias preocupações entre moradores e especialistas em ordenamento do território.

Os terrenos em causa não são espaços marginais ou sem utilidade pública. Pelo contrário, tratam-se de áreas com elevado potencial para a construção de escolas, centros de saúde, lares para crianças, campos polivalentes para a prática de basquetebol e futebol, infraestruturas essenciais para garantir qualidade de vida e inclusão social aos residentes da Centralidade Vida Pacífica. Ainda assim, esses espaços estão a ser progressivamente ocupados, loteados e descaracterizados, à vista de todos.

O que mais inquieta os moradores é a aparente inércia das autoridades competentes. Até ao momento, não há registo de operações de fiscalização, despejo ou medidas preventivas que travem a expansão das invasões. O silêncio institucional contrasta com a rapidez com que os ocupantes ganham terreno, levantando suspeitas de negligência administrativa ou falta de vontade política para enfrentar o problema.

Nem mesmo as áreas verdes escaparam. Espaços arborizados, fundamentais para o equilíbrio ambiental e para a saúde dos moradores, estão a ser alvo de destruição sistemática. Árvores são abatidas e o ambiente saudável da Centralidade Vida Pacífica sofre um verdadeiro “assalto ambiental”, comprometendo o bem-estar presente e futuro da comunidade.

A situação levanta uma questão incontornável: até quando o poder público continuará a assistir passivamente à perda de terrenos que deveriam servir ao interesse coletivo? Se nada for feito, a Centralidade Vida Pacífica corre o risco de ver comprometido o seu planeamento urbano, ambiental e social, transformando uma oportunidade de desenvolvimento num exemplo claro de desordem e abandono institucional.

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