SOCIEDADE UIGENSE PEDE INVESTIGAÇÃO SOBRE GESTÃO DE 30 MILHÕES DE KWANZAS MENSAL NO CENTRO TECNOLÓGICO INAUGURADO POR JOÃO LOURENÇO
A sociedade uigense está em alvoroço com as denúncias de má gestão e possíveis irregularidades no Centro Tecnológico do Uíge, gerido pelo intitulado líder da Milícia Virgílio Cordeiro João.
Segundo a fonte, o centro gere um orçamento mensal de 30 milhões de kwanzas proveniente dos cofres do estado, mas a falta de transparência e a opacidade na gestão financeira levantam sérias suspeitas de corrupção e desvio de fundos.
UM ESCANDALO DE PROPORÇÕES ÉPICAS
Os fatos observados ao longo dos anos revelam um padrão de comportamento preocupante, com sinais de desvios de fundos, contas falsas nas redes sociais para propaganda e incitação de ódio, e decisões administrativas questionáveis que fragilizam a estrutura e eficiência do Centro Tecnológico, dirigida por Virgilio João e uma suposta milicia digital, disse a fonte do Governo Províncial do Uíge.
“A sociedade uigense está indignada com a situação e pede uma investigação rigorosa e imparcial por parte das autoridades local para apurar as responsabilidades”.
A SOCIEDADE PIDE JUSTIÇA
Já o contabilista e activista Guimarães Libertador, que é inaceitável que um líder como Virgílio Cordeiro João, acusado em vários crimes graves, continua a gerir uma instituição pública com um orçamento tão significativo de mais de trinta milhões de Kwanzas.
“A sociedade uigense merece saber como esses recursos estão sendo utilizados e quem são os responsáveis por essa suposta má gestão. É hora de acabar com a impunidade e garantir que os recursos públicos sejam utilizados para o bem da sociedade” disse a fonte.
PEDIDO DE INVESTIGAÇÃO
Segundo as fonte deste jornal, as investigações devem ser feitas com, a abertura imediata de um processo de investigação, realização de uma auditoria independente e transparente, responsabilização de eventuais infractores, adoção de medidas correctivas urgentes e a suspensão das funções de Virgílio Cordeiro João enquanto decorrem as investigações.
“A sociedade uigense espera uma resposta célere e exemplar das autoridades competentes para restaurar a confiança e a credibilidade na gestão pública e a impunidade não pode ser uma opção” afirmou.
É hora de agir e garantir que os recursos públicos sejam utilizados para o bem da sociedade.
O jornal hora H vai continuar a acompanhar milimetricamente o desenrolar da situação.