DIVALDO MARTINS PARA MINISTRO DO INTERIOR – DITO DALÍ
Desde o primeiro mandato do Presidente João Lourenço, a sociedade civil angolana tem vindo a defender a nomeação do Comandante Divaldo Martins para os cargos de Ministro do Interior ou de Comandante-Geral da Polícia Nacional. Ainda assim, o regime prefere indivíduos pouco qualificados e limitados, como Manuel Homem e Eugénio César Laborinho, deixando de lado aqueles que verdadeiramente se destacam.
Não tenho dúvidas de que, se o Comandante Divaldo Martins tivesse um perfil de bajulador, incompetente ou alinhado com práticas menos recomendáveis como se observa em certos sectores do MPLA, já teria sido nomeado para um desses cargos.
Divaldo Martins não é perfeito, nem santo. Mas o que leva muitos a reconhecê-lo é a forma republicana, equilibrada e profissional com que exerce as funções públicas. Sabe ouvir e dialogar, aplica a lei com rigor e recorre ao uso da força apenas quando necessário para garantir a ordem pública. A província da Huíla é, aliás, uma das poucas onde raramente se ouvem relatos de violência ou mortes nas manifestações cívicas e políticas.
É, portanto, uma figura cuja intervenção pública, seja em entrevistas sobre o sector que dirige, seja em opiniões sobre o país, suscita interesse e respeito.
Destaca-se não só pelo desempenho profissional, mas também pelo seu carisma. Além disso, pouco ou nada se ouve sobre o seu envolvimento em escândalos de corrupção, banditismo ou negócios obscuros, ao contrário do que tem sido associado a outros responsáveis, como o actual Comandante Provincial da Polícia do Moxico, várias vezes acusado de práticas como corrupção, desvio de meios logísticos, contrabando de combustível e exploração ilegal de madeira.
Para muitos cidadãos, sobretudo os chamados “Revús”, Divaldo Martins não é apenas um comandante, é o “mano Divaldo”. Ou seja, uma das poucas figuras que ainda reúne simpatia e respeito popular, mesmo servindo um Estado marcado por desvios sob a governação do MPLA.
Ainda assim, o Presidente João Lourenço continua a preferir trabalhar com gestores pouco preparados e figuras sem mérito reconhecido.
ACJ, tens aqui um exemplo de profissional com quem poderás contar em 2027. Aqueles que o MPLA marginaliza por serem competentes devem ser aproveitados e valorizados em nome da pátria.
Dito Dalí