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GENERAL TAVARES E MARA QUIOSA ACUSADOS DE SEREM OS CULPADOS DA SUBIDA DO CIMENTO EM ANGOLA

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O General Tavares e a vice-presidente do MPLA, Mara Regina da Silva Baptista Domingos Quiosa, é apontada de estar no centro de uma alegada interferência política directa na gestão da Cimangola, uma das empresas estratégicas do sector cimenteiro nacional. o Saco agora esta a custar 10 mil Kwanzas.

Segundo o site de noticias, Agita News recebeu e apurou informações graves que colocam o General Tavares e a vice-presidente do MPLA, Mara Regina da Silva Baptista Domingos Quiosa, no centro de uma alegada interferência política directa na gestão da Cimangola, uma das empresas estratégicas do sector cimenteiro nacional.

Segundo dados recolhidos por este portal, a nomeação do actual Presidente do Conselho de Administração (PCA) da Cimangola, Agostinho da Rocha Fernandes da Silva, não terá resultado de critérios técnicos ou de mérito, mas sim de indicação política directa de Mara Quiosa, com quem manteve uma relação hierárquica próxima quando ambos estiveram no Bengo, Cabinda e Cuanza Sul.

ADMISSÕES DIRIGIDAS E PRESSÃO POLÍTICA

Fontes internas da empresa denunciam que, desde a nomeação do actual PCA, as admissões de pessoal têm ocorrido maioritariamente por indicação, muitas delas atribuídas à vice-presidente do MPLA, violando princípios básicos de transparência, legalidade e boa governação.

As mesmas fontes alertam que gestores são pressionados a cumprir orientações externas ao conselho de administração, transformando a Cimangola num apêndice político, em detrimento do interesse público e da eficiência empresarial.

PRÁTICA RECORRENTE EM EMPRESAS DO ESTADO

O Agita News apurou ainda que esta não é uma situação isolada. Mara Quiosa é apontada como reincidente na interferência em empresas públicas e participadas do Estado, com o objectivo de garantir lugares estratégicos para pessoas da sua confiança, incluindo familiares.

Um antigo dirigente do MPLA, ouvido sob anonimato, considera que a sua ascensão à vice-presidência do partido “agravou práticas que confundem partido com Estado”, gerando desconforto interno e desgaste político.

PARTIDO ACIMA DO ESTADO?

As denúncias agora tornadas públicas levantam uma questão central e incontornável:

Quem manda na Cimangola: os seus órgãos de gestão ou a direcção partidária?

Num momento em que o discurso oficial insiste no combate ao nepotismo e na promoção da meritocracia, os factos denunciados expõem uma realidade oposta, onde a fidelidade política parece sobrepor-se ao interesse público.

General General José Tavares Ferreira, é apontando de liderar um esquema milionário de importação  do  Clinquer, com o beneplácito do PCA da CIMANGOL,  Agostinho da Rocha Fernandes da Silva,  conhecido como delfim da família “TAVARES” nos bastidores do poder político em Angola.

A  Nova Cimangola foi reinaugurada em Julho de 2017, após o estado angolano  investir   400 milhões USD para produção de “clinquer”, a matéria- prima para produção do cimento – durante a cerimónia de inauguração,  o Presidente da República,  João Manuel Gonçalves Lourenço, na altura como então Ministro da Defesa,  garantiu que a unidade fábril podia resolver o problema da escassez no mercado e tal produção podia-se fornecer clinquer as outras unidades fábris de menor dimensão como CIF e Cuanza Sul.

Segundo apuramos,   desde o ano passado, a Nova Cimangola já não produz o CLINQUER  (matéria prima)  para produção do cimento, porque  as  máquinas  encontram-se avariadas por   falta de manutenção.

Fontes internas fazem saber,  a falta de manutenção das mâquinas foi estratégicas, porque a teia visa ganhar dinheiro com negócio de importação da matéria-prima a partir da China.

Para o esquema  milionário de importação do clinquer, foi nomeado   Agostinho da Rocha Fernandes da Silva,  ex-governador de Luanda, Bengo e Cabinda como PCA da Nova Cimangola   que actua como testa de ferro do General José Tavares Ferreira, durante anos tem sido carregado pela sua sobrinha Mara Quiosa para assumir o cargo de vice-governador para serviços técnicos e infraestruras por todas  as províncias em que foi governadora– nos bastidores, para a importação, General Tavares, tem feito várias viagens à China  a fim de  assinar contratos de fornecimento do  Clinquer  visando  atender a demanda no mercado – Pasme-se que, a fábrica reestruturada há poucos anos, depende de importações da matéria-prima para  enriquecer os gestores públicos podendo contrastar com o discurso de   combate  a corrupção no país .

Com a escassez do clinquer, o saco de cimento na capital do país, custa 10 mil kwanzas e alguns especialistas contactados, dizem que a situação poderá agravar-se,  porque os chineses que gerem o CIF, decidiram suspender  a produção de cimento na unidade fábril até fevereiro – estando a Cimangol com dificuldade de produção da matéria-prima,  tal como se  havia garantido aquando da sua reestrturação e inauguração, os cidadãos poderão comprar o saco de cimento a preços exorbintates nos dias subsequentes.

A nossa redação, soubeque este esquema fraudulento envolve o Ministro da Indústria e Comércio Rui Miguês de Oliveira e José de Lima Massano, Ministro de Estado para Coordenação Económica como parte da teia do referido negócio e responsáveis do sector.

A titulo de exemplo, aconteceu com a cesta básica e, o azar do Ministério da Indústria e Comércio tem sido uma constante! Nomeiam para aquele sector paraquedistas com objectivo de negócio para o enriquecimento ilicito.

No passado tais práticas foram recorrentes , Sérgio Santos e Victor Fernandes,  degladeiaram-se em função do controlo das importações, um esquema que alimenta e enriquece um grupo restrito de políticos da nossa praça.

Num passado recente, havia sido nomeado para aquele sector um outro paraquedista ex militar da Força Áerea, Técnico de manutenção de elecoptero de nome Victor Francisco dos Santos Fernandes, que desviou milhões de dólares destinados aquisição de “Cesta básica” através do Entreposto Aduaneiro de Angola e até hoje não foi responsabilizado civil e criminalmente.

Victor Fernandes,  começou por desviar as verbas alocadas pelo estado com transferência para determinadas Trading`s na Suiça e parte da Europa, terminando com a entrega  dos Produtos da Cesta Básica aos Eritreus.

A iniciativa da importação destes produtos pelo estado angolano, tinha como fim o equilibrio dos preços de mercado, tendo em conta a inflação e o baixo poder de aquisição da nossa população. Este caso veio a tona aquando do desabamento do edifício onde residia o ex-Ministro da economia.  As forças de defesa e Segurança, colheram nos escombros,  milhares de centena de kuanzas fruto dos esquemas fraudulentos organizados a nível do Palácio de Vidro. Victor Fernandes por possuir nacionalidade portuguesa, vive passeando pela Europa com os milhões roubados em Angola.

Sabe-se também que na véspera este esquema,  teve a mão do Ministro de Estado para Coordenação Económica, Manuel Nunes Júnior. Dentre outros problemas, este  foi um dos motivos da sua exoneração, entretanto o que devia despoletar em  responsabilização criminal,  apenas  foi nomeado  governador  de Benguela como sansão política no seio do MPLA.

Segundo a fonte , tais práticas  não são  alheias, o Presidente da República e o SINSE têm conhecimento do referido esquema que assola a economia de Angola e as famílias, retardando deste modo o desenvolvimento do país, batendo muito forte no sector da Construção Cívil.

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