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AS OPERAÇÕES DE ENVENENAMENTO PODEM NÃO SER DECRETADAS POR JLO MAS SÃO RESULTADO DA CARTA BRANCA QUE DEU AO MIALA E MANUEL H. ATÉ PARA MATAR

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O festival de envenenamento que já vem desde praticamente  1975 que foram sendo aperfeiçoadas cada vez mais ao longo do tempo e que tem ceifado várias vidas de angolanos e até de estrangeiros também e outras de eliminação em Angola,

Não são sempre declaradas diretamente pela presidência da República, embora o topo do poder político e militar tenha responsabilidade final sobre a política de repressão do Estado.

A dinâmica de funcionamento do regime sanguinário sob gestão do MPLA em Angola mostra que as execuções ocorrem de forma muito mais complexas.

A tomada de decisão e a execução de métodos clandestinos de eliminação baseiam-se em três fatores estruturais:

1 . Descentralização e Autonomia dos órgãos de Repressão.

Os serviços da bufaria sob gestão do Miala e certos departamentos da polícia SIC sob gestão de Manuel Homem atuam com uma “autonomia operacional” os oficiais de média patente e chefes locais dos serviços da bufaria tomam decisões cotidianas sobre quem vão  torturar.

Fazer desaparecer, ameaçar de morte, envenenar e execuções disfarçadas sem a necessidade de um despacho formal ou de uma ordem directa e explícita de João Lourenço para cada caso individual.

Continuarei para contar em detalhes os dois últimos aspectos muito importante que faltam, mas no entanto importa dizer.

Que as execuções, eliminações, envenenamentos, os raptos de políticos,  jornalistas  e no geral de opositores do regime  fazem parte da autonomia de trabalho que João Lourenço deu ao Miala e Manuel Homem.

Eles mesmo escolhem quem devem eliminar ou invenenar usando os critérios que bem entenderem como tem sido ate agora e vai ser sempre assim enquanto o país estiver sob gestão de sanguinários.

Fórum Livre Opinião & Justiça

Fernando Vumby

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