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NO SIC LUANDA: INSTRUTOR EDVALDO OLIVEIRA ACUSADO DE “VILÃO” DOS JORNALISTAS EM ANGOLA, ILÍDIO MANUEL A PRÓXIMA VÍTIMA DA PORTA 18

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O investigador Criminal do Serviço de Investigação Criminal (SIC), Luanda, Edvaldo Oliveira, esta a ser suspeito de ser o “vilão” dos jornalistas em Angola, porque todos os processos contra os profissionais da classe, o mesmo é que dá tratamento há mais de uma década mesmo havendo mais de seis instrutores na sala nº 18.

REDACÇÃO CORREIO DA MANHÃ ANGOLA

Os profissionais olha para a porta nº 18 do Bloco F, como a entrada do inferno onde o pilatos trabalha e tem o poder de ditar as possíveis sentenças de “morte” contra o jornalista ou órgãos de Comunicação Social, disseram ao Correio da Manha.

“Também sentimos que o Edvaldo Oliveira, tem sido usado para atazanar os jornalistas ou tem recebido algo em troca dos supostos queixosos que olham para os jornalistas como inimigos, enquanto que nós temos feito o nosso trabalho conforme manda a lei de imprensa em Angola” acrescentou outro profissional.

“Nós sentimos que o investigador Edvaldo esta aí para cumprir uma agenda obscura contra os jornalistas angolanos e, sobretudo da imprensa privada em Angola, que somos tidos como carne de canhão quando assim o entenderem” disse um dos jornalistas que já foi vítima da porta 18 de Edvaldo Oliveira.

De acordo com os jornalistas ouvidos por este meio de comunicação, muitos deles já foram alvos de interrogatório do instrutor Edvaldo Oliveira, mais de dez vezes em diversos processo-crimes de calunia e difamação, que as supostas vítimas têm intentado contra os profissionais da classe.

Por outro lado, a nossa investigação soube que, vários jornalistas do Jornal Folha 8, Na mira do Crime, jornal Hora H, Camunda News, e tantos outros já foram vítimas do referido investigador Criminal Edvaldo Oliveira da porta 18 no SIC Luanda.

CASO JORNALISTA ILIDIO MANUEL: FUI NOTIFICADO, 4 ANOS DEPOIS DE TER SIDO DADO COMO PRÓFUGO PELO SIC

Fui nesta quarta-feira, 26, ao Serviço de Investigação Criminal (SIC)/Luanda para prestar declarações, no âmbito de um processo-crime que movi há um mês contra os comentaristas da TVZ, Bali Chionga e Lindo Bernardo Tito, por calúnia e difamação, escreveu nesta quinta-feira, o jornalista Ilídio Manuel na sua pagina do faceboock.

“Surpreendentemente, fui lá na qualidade de queixoso e sai como “ARGUIDO” num outro processo, embora nunca tivesse sido ouvido naquele órgão judicial”.

Durante o interrogatório fui abordado por um investigador criminal, Edvaldo Oliveira, que nada tinha a ver com o “processo-TVZ”, que me perguntou se eu era o jornalista Ilídio Manuel, ao que confirmei.

Segundo ele, o SIC andava à minha procura há quatro (4) anos, e que não tinha como me localizar. Disse-me que a sua instituição havia contactado o então Secretário Geral do Sindicato dos Jornalistas de Angola, o jornalista Teixeira Cândido, e a presidente da Comissão da Carteira Ética (CCE), a jornalista Luísa Rogeiro, mas sem sucesso. ( O ex-SG disse-me que nunca foi contactado pelo SIC e nunca recebeu uma requisição dessa instituição) e Nunca foi abordado pela abordado pela presidente da CCE).

Segundo o jornalista, achou estranho que este assunto tivesse sido levantado em sede de um outro processo, no qual era (sou o ofendido). Será para esvaziar o conteúdo da minha queixa-crime ou converter-me em agressor, ou fazerem-se passar por prófugo que se subtraiu à justiça há quatro anos?

Não menos estranho é o facto de o referido investigador me ter-(me) notificado VERBALMENTE, em 22 de setembro de 2022, tendo, na altura, lhe solicitado que o fizesse por escrito.

Recebi uma notificação escrita dias depois, pelo que me constitui o meu mandatário judicial nesse tal processo. Lamentavelmente, o meu advogado nunca foi notificado.

Não recebi também nenhuma comunicação verbal ou escrita nestes últimos 4 anos, e não mudei de telefone, continuando com o mesmo terminal que já tenho há um quarto de século.

Nestes 4 anos continuo a morar na mesma casa e não me ausentei para fora do país, disse o jornalista na sua redes sociais.

Neste espaço de tempo, continuo a ser uma presença constante nas redes sociais, nos jornais e rádios, com o mesmo perfil e o mesmo rosto, embora este tenha ligeiramente envelhecido, por força da idade.

Pedi PROVAS das notificações que me foram endereçadas ou ao escritório do meu advogado, o que não me foi exibido.

Na próxima segunda-feira, 30 de março, irei ao SIC, sem saber quem é o acusador nem a matéria de que vou acusado. Presumo que esteja relacionada com a minha passagem pela Camunda News, que já levou àquela instituição policial o activista Gangsta e o director da extinta publicação, David Boio.

Pelo andar da carruagem, não tarda que um dia venha a confrontado com um Mandado de Captura.

Diante deste episódio surrealista, não temo nem tremo, pelo que continuo firme nas minhas convicções e no meu exercício profissional. Nada me silenciará.

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