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NO UÍGE: POLÍCIA NACIONAL QUEIMA 25 SACOS DE “LIAMBA” NO BEMBE

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O Comando da Polícia Nacional de Angola no Município do Bembe, descartou, esta quarta-feira, 16, através de incineração, um total de “25 sacos de liamba, avaliados em 1.25 quilogramas, apreendidos pelo serviço de inteligência daquela cooperação, no âmbito das suas tarefas regulares ligadas à protecção e manutenção da ordem pública.

CORREIO DA MANHÃ

De acordo com o Delegado e Comandante da Polícia Nacional de Angola no Bembe, Superintendente José Daniel Silvestre, o acto enquadra-se, no âmbito das celebrações ao 26 de Junho, Dia mundial de combate ao “narcotráfico”, 2026.

José Daniel Silvestre revelou, em balanço das actividades realizadas pelo Comando municipal, que a apreensão dos 25 sacos de “liamba” ocorreu, em setembro do ano transacto, durante o policiamento de proximidade, em colaboração com os efectivos das (FAA), afectos à Unidade avançada do Totó, sitiada no Município do Bembe, regedoria do Kiwmba.

Avançou que ao longo de intensas acções operativas de inteligência policial, foram Interpelados dois cidadãos no interior de uma viatura de marca Toyota, “modelo land cruiser”, com cerca de 1.25 quilogramas de liamba envolvidas em sacos do uso exclusivo de cimento, cujo processo segue os seus trâmites legais.

Estimou que a liamba tem sido o tipo de droga com mais prática do cultivada no Município do Bembe e as principais rotas para o seu escoamento por traficantes, são as da sede de regedoria do Kizele, Comuna de Kimaria, com o rumo para o Município de Kindez, Província do Zaire.

Entre outras, vias das localidades do Vola, Vale-do-loje, no troço que liga Bembe-Ambuila, com o destino para Luanda, cidade capital, incluindo as do Tóto, Yangila à Lucala, fazem de cidade do Uíge, o seu principal mercado para o efeito.

Ao desencorajar à respectiva prática, disse que o uso desta e de outras drogas, tem causado consequências na saúde mental dos cidadãos, bem como somas avultadas de verbas do Estado, para o tratamento dos toxicodependentes.

A destruição que foi considerada térmica em altas temperaturas entre 900° C e 1.250 °C), contou com a presença do administrador municipal do Bembe, Matondo André Macaia, que também condenou a própria conduta, através de um gesto que simbolizou a queima do mesmo produto, membros da Administração municipal e outras entidades de defesa e segurança, autoridades tradicionais, quadros de saúde pública e outros.

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