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DENÚNCIA PÚBLICA: CORRUPÇÃO E NEPOTISMO NA GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS E FINANCEIROS NA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL DE MBANZA KONGO

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A Administração Municipal de Mbanza Kongo, está a transforma-se no epicentro do crime ordenado, relacionado com a gestão dos recursos humanos bem como os financeiros no que diz respeito ao enquadramento irregular de cidadãos que actualmente prestam serviço na instituição sem vínculo laboral com a Administração Municipal.

Consta que, o processo estará a ser aproveitado na sequência da promulgação do Decreto Presidencial n.º 334/2026, criando condições para a inserção na função pública de pessoas previamente selecionadas, irmãos, sobrinhos …situação que levanta sérias suspeitas de favorecimento, nepotismo e utilização indevida dos procedimentos administrativos.

Entre os principais nomes mencionados está o cidadão Matondo Mario Manuel, Director do Gabinete do Administrador Municipal de Mbanza Kongo, a quem são atribuídas responsabilidades na articulação e facilitação de processos destinados ao enquadramento de determinados cidadãos.

Há movimentações internas visando inserir mais de seis (06) novos técnicos nos quadros da Administração Municipal, apesar de  não possuírem vínculo laboral formal com a instituição.

 Alguns destes cidadãos já prestam serviço em diferentes sectores da Administração, situação que poderá estar a ser utilizada como argumento para a sua posterior integração na função pública.

Os referidos cidadãos deverão ser distribuídos por áreas consideradas estratégicas, incluindo o sector de Recursos Humanos, os gabinetes dos Administradores Municipais Adjuntos para o Sector Político e Social e a área Financeira.

A situação torna-se particularmente preocupante pelo facto de o próprio sector de Recursos Humanos, que deveria garantir a legalidade, transparência e igualdade nos processos de recrutamento e enquadramento, esta envolvido na preparação destes processos.

Entre os casos identificados encontram-se as cidadãs Catarina e Zolana, que já prestam serviço na área Financeira da Administração Municipal sem vínculo laboral formal.

A situação levanta uma questão que merece resposta: quem autorizou a entrada destas pessoas na Administração, em que condições foram admitidas e com que fundamento se pretende posteriormente assegurar o seu enquadramento na função pública?

Outro caso semelhante, é o do cidadão Eduardo Kiaku Mbuta, nomeado para exercer o cargo de Director Municipal de Infra-Estruturas e Ordenamento, não possuir a condição de funcionário público. Esta situação deve ser esclarecida pelas entidades competentes, particularmente quanto à natureza do seu vínculo, aos requisitos considerados para a nomeação e à base legal que sustenta o exercício do referido cargo.

A Administração Municipal de Mbanza Kongo é um espaço onde estão a ocorrer práticas de favorecimento, nepotismo, corrupção e actos de peculato, além de negócios envolvendo funcionários e entidades privadas…

Ainda sim, estende-se ainda ao caso da empresa WEIDINA, sobre o qual existem informações que apontam para possíveis relações negociais com a Administração Municipal de Mbanza Kongo na pessoa do titular da pasta Zolana avelino. Haver vamos.

De: Alberto Sanda.

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