DETIDO MOTORISTA DE UM COLEGIO ACUSADO DE DROGAR, ESBOFETEAR, AMEAÇAR MATAR OS MEMBROS DA FAMÍLIA E VIOLOU SEXUALMENTE UMA MENOR DE 14 ANOS
Um “matulão” de 46 anos que exercícia actividade de motorista privado de um colégio no Talatona é acusado de abusar sexualmente menor de 14 anos as 12h50 do dia 26 de Outubro no percurso colégio/residência.
O Departamento de Investigação de Ilícitos Penais (DIIP), em Luanda, procedeu à detenção de um cidadão suspeito da prática do crime de abuso sexual contra uma menor de 14 anos, numa acção realizada por volta das 12h50 do dia 22 de Outubro de 2026, por efectivos afectos ao município do Talatona.
O suspeito, residente no município do Kilamba, bairro Vila Flor, é funcionário de uma empresa privada que presta serviços de transporte escolar a um colégio situado no bairro Patriota, estabelecimento de ensino frequentado pela vítima.
Segundo Quintino Ferreira porta-voz do (DIIP), de acordo com as declarações prestadas pela participante, os factos terão ocorrido no dia 22 de Outubro do corrente ano, a menor ao chegar a casa, a mãe foi informada de que a menor apresentava vómitos ao longo do dia.
À LEVOU NUMA OBRA ABANDONADA
Quintino disse ao Na Lente do Crime, “perante a situação, a participante procurou apurar as causas do mal-estar, mas a adolescente, inicialmente, não revelou o que teria acontecido”.
Sublinhou que, posteriormente, durante uma conversa num parque próximo da residência, a menor relatou que o motorista do colégio, cuja identidade desconhecia, a teria levado para um local abandonado, situado nas imediações do Condomínio Boa Vida, onde abusou sexualmente dela, disse.
Apuramento Na Lente do Crime, e segundo o relato da menor, ao tentar resistir, terá sido agredida com bofetadas e ameaçada de morte, bem como os seus familiares, caso revelasse o sucedido.
Quintino Ferreira disse também que, a vítima referiu igualmente ter inalado uma substância cuja natureza não conseguiu identificar, afirmando que, desde a data dos factos, apresentava um estado de mal-estar que associava a possíveis efeitos de uma substância desconhecida.
Na sequência da denúncia, a menor foi encaminhada para uma unidade sanitária, onde recebeu assistência médica e foi submetida a exames clínicos, cujos resultados revelam que ouvi penetração.
Quintino Ferreira afirmou que no decurso das diligências investigativas, os efectivos do DIIP conseguiram identificar, localizar e deter o implicado que foi encaminhado ao Ministério Público, na sequência, promovido ao Juiz de garantias, que decretou prisão preventiva ao implicado.