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NO UÍGE: EMPRESA BALCHANDY LDA ACUSADA DE ABANDONAR CONSTRUÇÃO DE UMA ESCOLA DE 12 SALAS DEPOIS DE RECEBER MILHÕES

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A empresa Balchandy Lda, contratada pela administração Municípal do Ambuíla, liderada por Lourenço Justino, para a construção de uma escola de doze salas de aulas no bairro Mpete município do Ambuíla província do Uíge, está a ser acusada de abandonar as obras sem qualquer explicação aos contribuentes dos milhões de Kwanzas alocados para a efectivação daquela infraestrutura escolar.

Segundo a fonte do jornal Hora H, a promessa de uma escola de 12 salas de aulas para o Bairro Mpete no Município de Ambuila Província do Uíge liderada por José Carvalho da Rocha, transformou-se em frustração para a comunidade.

“Três anos após o início da obra, o edifício continua abandonado, tomado pelo capim e sem condições de receber alunos e o Administrador municípal nunca diz nada e fiz aminizia sobre os milhões de Kwanzas do Estado que se gastou naquela obra” disse a fonte.

A construção, segundo moradores, foi adjudicada à empresa Balchandy Lda, e financiada com dinheiro dos contribuintes. Na imagem é possível ver a estrutura com paredes erguidas e telhado vermelho que já está a degradar-se com o tempo, mas sem janelas, portas, pintura ou acabamento. O pátio está coberto de vegetação densa “capim”, sinal claro de paralisação prolongada.

“Temos crianças a estudar debaixo de árvores ou a andar mais de 5 quilometros para outras escolas nos arredores das aldeias enquanto isso, a escola está aqui a apodrecer”, lamenta um morador do Bairro Mpete que preferiu não se identificar para evitar retalhação dos órgãos da administração local.

Pais e encarregados de educação afirmam que a obra parou há mais de dois anos e não há operários no local, nem material de construção, as 12 salas, que deveriam aliviar a superlotação nas escolas vizinhas, permanecem vazias, frisou.

A comunidade pede uma auditoria urgente ao contrato e a intervenção do Governo Central para que a obra seja concluída. “Foi aí muito dinheiro do povo e queremos a escola a funcionar”, cobra outro morador.

Dados recolhidos no local, suspeita-se que a referida empresa Balchandy Lda, é fantasma porque não possui uma Sede na província do Uíge, não exibiu o nif e só a Administração municipal do Ambuila, liderada por Lourenço Justino, é quem conhece a origem e o esquema de como foi contratada, afirmou a fonte deste jornal.

No principio do contraditorio o jornal Hora H, contactou por via telefonica o administrador municípal Lourenço Justino, por várias vezes mas sem sucesso.

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