SOBRE OLHAR SILENCIOSO DA ANIESA: NO SHOPPING KIKUXI EMPRESAS ZEROM COMÉRCIO GERAL (SU), LDA E XI ALYOMA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS IMPORT-EXPORT VENDEM PEIXE PODRE
Ordens superiores manda libertar a carinha apreendida em circunstância do flagrante delito por dois motoqueiros da Polícia conhecidos como (pin pack) as 12horas de quinta-feira, 02 de Julho de 2026 na Avenida Fidel de Castro.
Uma carinha apreendida pela Polícia Nacional com várias quantidades de produtos sem manifesto, factura improvisada, alguns produtos não constavam do manifesto, numa investigação acturada, o Jornal Na Lente do Crime, flagrou várias irregularidades (venda de peixe deteriorado), a preço da “igreja”, sem as condições exigidas de armazenamento de frescos (peixe, franco, carne e outros), o transporte é feito em carinhas Mitshubishi fechadas sem climatização, sem facturas.
A empresa Ango Solo do eritreu conhecido por Yamini localizada no Calemba 2, transportava numa carinha Dina Mitshubishi de cor branca com a matrícula LD-79-30-EX (forgon), sem as mínimas condições de refrigeração, 200 galinhas floresta; 50 caixas de Lombo (carne de porto); 70 caixas de carapau p.p; 40 caixas de carapau p, totalizando 360 caixas.
As 14horas de quinta-feira 2 de Julho uma equipa do Na Lente do Crime deslocou-se ao Shopping Kikuxi conhecida como “mercado do peixe”, para aferir a comercialização/armazenamento dos frescos que param às nossas mesas diariamente.
A primeira sensação que tivemos a entrada, o mercado é gerido maioritariamente por chineses, onde abunda a imundície, a caixa de peixe é vendida a preços de 13 mil Kwanzas o valor mais alto atinge apenas 38 mil Kwanzas. Aqui a qualidade não é tida em conta, o peixe podre é o mais barato e com maior saída.
É difícil acreditar que a Autoridade Nacional de Inspecção Económica e Segurança Alimentar (ANIESA), têm cumprido com as suas obrigações, depois de ouvir de alguns funcionários, que a (ANIESA) tem fiscalizado regularmente aquele centro comercial, mas saiem daqui com palmadinhas na escosta, todos os armazéns, “passe o exagero”, vendem peixe podre, estão apenas preocupados com as vendas.
Segundo a fonte deste portal, as caixas originais do pescado são substituídas por outras sem rótulos, alguns gerentes que falaram ao Na Lente do Crime em anonimato, alegam que o patrão, obriga-os a colocar o peixe em caixas sem referência porque os originais são caras e sempre que deparamos com caixas estragadas, as trocamos, disse.
Outra negativa, é o facto de passarem para os clientes, notas de entrega de blocos de factura que nada tem a ver com o nome e símbolo da empresa, exp: a factura do Zerom comércio geral (SU), Lda com o Nif: nº 5417547611 localizado no interior do shopping Kikuxi, passa uma nota falsa, quando na verdade trata-se da empresa Xi Alyoma Prestação de Serviços Import-Export com o Nif: nº 5002628805.